:: DENSITOMETRIA ÓSSEA ::

Comments


A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e conseqüente predição do índice de fratura óssea.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada.


:: ULTRA-SONOGRAFIA ::

Comments

A Ultra-sonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 Mhz, emitindo através de uma fonte de cristal piezoelétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

Ecografia de 8 semanas

Ecografia de 8 semanas

A ultra-sonografia permite também, através do efeito doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.

A ultra-sonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e ubíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos ultimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

Características

Esta modalidade de diagnóstico por imagem apresenta características próprias:

  • É um método não invasivo ou minimamente invasivo.
  • Apresenta a anatomia em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem se adquiridas em qualquer orientação espacial.
  • Não possui efeitos nocivos significativos dentro das especificações de uso diagnostico na medicina.
  • Não utiliza radiação ionizante.
  • Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler.
  • Permite a aquisição de imagens dinâmicas, em tempo real, possibilitando estudos do movimento das estruturas corporais.

O método ultra-sonográfico baseia-se no fenômeno de interação de som e tecidos, ou seja, a partir da transmissão de onda sonora pelo meio, observamos as propriedades mecânicas dos tecidos. Assim, torna-se necessário o conhecimentos dos fundamentos físicos e tecnológicos envolvidos na formação das imagens do modo pelo qual os sinais obtidos por essa técnica são detectados, caracterizados e analisados corretamente, propiciando uma interpretação diagnóstica correta.

Ultrasonografia 3D

Ultrasonografia 3D

Além disso, o desenvolvimento contínuo de novas técnicas, a saber: o mapeamento Doppler, os meios de contraste, os sistemas de processamento de imagens em 3D, as imagens de harmônicas e a elastometria exigem um conhecimento ainda mais amplo dos fenômenos físicos.

A ultra-sonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo sua aplicação mais ampla atualmente em seres humanos. Pode acompanhar durante a gravidez o bebê desde seus primórdios ao nascimento, avaliando aspectos morfo-funcionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento.

Interage e auxilia a todas as demais especialidades médicas e cada vez mais firma-se como um dos pilares do diagnóstico médico na atualidade.


:: AVISO AOS USUÁRIOS ::

Comments


Saudações

Técnicos, Tecnológos, curiosos e simpatizantes da área de Radiologia, quero agradecer os acessos, fico contente em ajudar nas pesquisas de algumas pessoas que assim como eu tem dúvidas, afinal nunca se sabe tudo a sempre a aprender. Recebi críticas construtivas e elogios pelos artigos e softwares aqui "redirecionados".Por isso vou tirar a dúvida sobre os softwares.É ilegal hospedar programas registrados (aqueles que precisar pagar para uso pessoal), a maioria dos meus link vem do baixaki (www.baixaki.com.br), página bastante reconhecida pelos internautas afinal que acessa o baixa acessa também o superdownloads (www.superdownloads.com.br), e do 4shared é onde posto material que colhi no meu curso com professores e amigos, e os que recebo por e-mail,a maioria do renomeado PLAYMAGEM,onde André Siqueira humildemente e pacientemente passa o material.O intuito é uma ferramenta de busca e pesquisa sobre a área abragendo uma gama de assuntos da área da saúde com o qual temos que nos inteirar e atualizar. Meu intuito não é por downloads como muitas páginas redirecionam como: de Imagens, de videos, de segurança ou intretenimento. Os que disponho são os que acho essencial e que poucos conhecem,afinal nem todo mundo tem acesso ou sabe o que internet,tem gente que não sabe nem o que é orkut.Por isso vou falar brevemente sobre cada e verão que são essenciais para nós que estudamos e recolhemos artigos na internet:

POWERISO 3.8:

cria, edita, extrai, comprime, criptografa e agrupa arquivos de imagem de CD/DVD. O programa pode processar arquivos de imagem de CD e comprmí-los, permitindo que você crie, extraia, comprima, edite e converta imagens ISO/BIN e monte estes arquivos com um drive virtual interno. E na maioria dos casos, os arquivos comprimidos podem ser usados diretamente sem qualquer descompressão.

É ótimo porque PowerISO suporta a maioria dos formatos de imagem de CD/DVD-ROM (ISO, BIN, NRG, DAA e outros), integra-se com o shell (possui um menu de contexto), suporta o recurso arrastar e área de transferência.

ou seja, alguns site que hospedam CD´s da área da Radiologia ás vezes gravam esses arquivos em ISO (clone do CD),mas essa imagem não roda porque não é um instalador, com o PowerISO, você pode ler essa imagem e gravar em uma mídia limpa (virgem) como se ele fosse o CD origina.

ADOBE ACROBAT READER:

O Adobe Reader, antes conhecido como Adobe Acrobat Reader, é uma ferramenta essencial para o seu computador. Com ele você pode ler documentos em formato PDF disponíveis em páginas da Web. Com certeza é um programa que não pode faltar em nenhum computador.

O software é obrigatório, trabalhando com recursos como imprimir, copiar e ler edições

digitais publicadas com a autorização do autor. Você pode adicionar marcadores, destaques e anotações nos documentos; escolher vários tipos de visualização (em uma única página, em duas páginas e adequada ao tamanho da janela) com rotação e zoom.

Hoje já existem vários outros leitores PDF, mas apenas o Adobe Reader possui a tecnologia CoolType para melhorar e aperfeiçoar a visualização dos textos. Outro destaque é o dicionário integrado e pesquisas nos textos sem sair do programa.

O que é PDF?

PDF significa Portable Document Format, algo como "Formato de Documento Portátil" em português. O formato PDF foi inventado pela Adobe há 15 anos e vem sendo aperefiçoada diariamente. A idéia era capturar e visualizar informações de maneira robusta — a partir de qualquer programa, em qualquer sistema operacional — e compartilhá-las com todo mundo.

Indivíduos, empresas e agências governamentais utilizam o formato PDF como uma ótima forma de comunicação e divulgação de idéias e visão.

ou seja,a maioria dos arquivos de concursos vem na extensão PDF, quem não tiver esse

programa ou similiar (Foxit PDF Reader) a ele vai ficar a ver navios porque não vai abrir em hipótese nenhuma como já um amigo tentar por ter pouco experiência com Informática.

WINRAR:

WinRAR é um compactador RAR para Windows, inclusive com suporte a outros formatos. Ele promete compactar de 8% a 15% a mais que o seu principal concorrente: WinZIP. Portanto, se você não quer perder tempo para compactar e descompactar arquivos transmitidos pela Internet faça um "test drive" deste programa, que tem como diferencial um menu sempre interativo e navegável.

O WinRAR é um dos únicos softwares que trabalha com arquivos dos mais diferentes formatos de compressão, tais como: ACE, ARJ, BZ2, CAB, GZ, ISO, JAR, LZH, RAR, TAR, UUEncode, ZIP, 7Z e Z. Também suporta arquivos de até 8.589 bilhões de Gigabytes!

ou seja, a maioria dos arquivos PDF dos concursos vem agora nesse formato por ser fácil de manusear, com esse programinha poderemos comprimir (juntar uma pasta de fotos) em um arquivo só,poupando tempo que iríamos investir colocando de um por um.ele serve para descomprimir outros arquivos com a mesma extensão.

PDF PARA WORD:

PDF to Word Converter 3.0 é hospedado do baixaki,ele serve para transformar arquivos PDF para Word,Alguns de meus arquivos postados nas Postagens foram todos transformados para Word Assim pude aproveitar os Slides livremente,porque como todos sabem arquivos em PDF é como se ele estivesse em um vidro sem poder alterar ou apagar o que não convém,com essa ferramente se poe fazer isso.

DO YOUTUBE PARA PC:

Na seção de Videos do Youtube na minha página tem alguns video que me enviaram e alguns que achei na net, com esse programa posso baixar os videos do youtube para meu computador depois graválos em um CD para ver no DVD,o video sai no formato AVI extensão bastante conhecida.Atualmente a muitos aplicativos para baixar no Youtube, fora esse existe o VDownloader,YouTube Downloader,Naevius, e o YouTube Robot. O navegador Firefox possue uma extensão que permite baixar os videos chamado "Video Download". Então como podem ver esses arquivos são essenciais não só para nós do ramo, mas para todas as pessoas que usam o computador como ferramenta de estudo ou trabalho. Quero agradecer as críticas construtivas são muitos bem vindas,recebo e-mails e pedidos de artigos ou softwares caso esteja dispoível na rede,responderei os e-mails a noite quando chego do curso,posso até demorar mas responderei com todo prazer, espero que estejam gostando do visual da página de antes mão quero agradecer ao melhor site de RADIOLOGIA conhecido atualmente o PLAYMAGEM nos ajudou com a maioria dos artigos casos queiram me enviar alguns não se preocupem colocarei os créditos com certeza.Desejo à todos bons estudos e nos vemos no Fórum criei para tornar a comunicação e o tira dúvidas mais ágil,espero comentários. Obrigado!!!

Att: Allan Dellon


:: TECNÓLOGO ::

Tecnólogo não come, degusta...
Tecnólogo não cheira, olfata...
Tecnólogo não toca, tateia...
Tecnólogo não respira, quebra carboidratos...
Tecnólogo não elogia, descreve processos...
Tecnólogo não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária...
Tecnólogo não facilita discussões, catalisa substratos...
Tecnólogo não transa, copula...
Tecnólogo não admite algo sem resposta, analisa o hereditário...
Tecnólogo não fala, coordena vibrações nas cordas vocais...
Tecnólogo não pensa, faz sinapses...
Tecnólogo não toma susto, recebe resposta galvânica incoerente...
Tecnólogo não chora, produz secreções lacrimais...
Tecnólogo não espera retorno de chamadas, espera feed backs...
Tecnólogo não se apaixona, sofre reações químicas...
Tecnólogo não perde energia, gasta ATP.
Somos loucos ou não???


:: TOMOGRAFIA ::

Comments




:: MAMOGRAFIA DESENVOLVIMENTO ::

Comments

MAMOGRAFIA

A tecnologia da mamografia desenvolveu-se muito desde quando os cientistas descobriram o que era basicamente um tripé apoiando uma câmara especial de Raios-X. Assim foi criada a primeira máquina projetada especificamente para produzir mamografias. Hoje, quarenta anos depois, a indústria de equipamentos médicos torna realidade o conceito de transmissão de mamografias digitais, por via satélite, para médicos em localidades distantes do mundo todo.

1966
A primeira máquina dedicada de mamografia foi desenvolvida em 1966. Até então, as imagens mamográficas eram produzidas por máquinas convencionais de Raios-X.

1967
Uma equipe de pesquisa projetou uma unidade básica, incorporando um espectro de Raios-X mais específico e um tubo para obter melhor foco no tecido mamário e na cavidade torácica. Através de um projeto dedicado e da implementação de molibdênio, um componente metálico resistente, essa máquina (composta por um tubo e uma lente apoiados em um tripé) produziu imagens de melhor qualidade do que as mamografias improvisadas, obtidas por equipamentos de radiografia convencional da época.

1969
O primeiro modelo comercial do "Senographe" (“pintura do seio”, em francês), como foi denominado, foi lançado em 1967. Como o uso dos consumidores gerou idéias de aprimoramento, a empresa CGR começou a trabalhar com a geração seguinte de equipamentos de mamografia dedicada, um modelo apresentado no final da década de 70.

1980
Este projeto de 2a geração reduziu significativamente o tempo de exposição, dando mais confiança aos pacientes durante o procedimento. A máquina também oferecia mais resolução e precisão e utilizava um tipo de filme mais avançado para proporcionar melhores detalhes.
Os primeiros equipamentos motorizados para compressão foram criados no início da década de 80. Infelizmente a compressão das mamas durante a mamografia pode ser desconfortável, e até dolorosa em algumas mulheres, mas é necessário reduzir a espessura do tecido mamário para melhor visualização do tecido. Por simplificar os procedimentos da mamografia e permitir aos radiologistas observarem estruturas semelhantes, o dispositivo de compressão abriu as portas para a “triagem em massa” de mulheres.

1987
Quase no final desta década, vários outros desafios ajudaram a formar a história da mamografia: a GE Sistemas Médicos comprou a CGR em 1987 e começou a liderar projetos de aprimoramento, incluindo um componente acessório para biopsia de mama.


1992
Hoje as mulheres podem esperar resultados obtidos com tecnologia de ponta, a partir de máquinas que utilizam ródio, um elemento metálico usado no tubo de Raios-X, que permite melhor penetração no tecido mamário, com menos exposição da paciente à radiação. A tecnologia do ródio é especialmente útil em mulheres com mamas densas - até um terço da população feminina - que não tinham o benefício da mamografia antes do ródio ser aplicado nos equipamentos para aquisição de imagem das mamas.
Lançado originalmente em 1992, o sistema de mamografia Senographe DMR da GE Sistemas Médicos foi o primeiro, e permanece o único, a ter um indicador de ródio patenteado dentro do tubo de Raios-X.

1996
Aumenta o nível de adesão à triagem, levando mais mulheres aos serviços de mamografia. Cresce, assim, a necessidade de máquinas mais amigáveis, capacitando os técnicos a realizarem exames de alta qualidade mais rapidamente.
Por sugestão da assessoria de técnicos especializados em mamografia, a GE projetou e lançou Senographe 800T, com características que tornaram a operação mais fácil e menos propensa a erros.
Foram lançados os sistemas de aquisição digital de campo de visão médio com pontos digitais para procedimentos diagnósticos.

1998
SenoVision da GE é lançado com um cassete digital único, que permite a troca de imagem de cassete em filme/ecran para ponto digital em uma máquina. Em um monitor de computador pode-se revisar a imagem em termos de pontos digitais, visão aumentada, localização de agulha, e aquisição de imagem estereostática bidimensional para orientação na intervenção. A revisão imediata de imagem agiliza o processo e as ferramentas de programas de computador melhoram a precisão.

1999
A lei de padrões de qualidade em mamografia (MQSA) regulamenta a qualidade dos equipamentos de mamografia. Todos os sistemas operacionais devem atender aos requisitos da MQSA para funcionar legalmente (nos Estados Unidos), assegurando a qualidade de todos os sistemas disponíveis no mercado.
A GE lançou o DMR+, que oferece as características desejáveis de fácil uso e de padrão de referência em qualidade de imagem.

2000
A GE lança o maior avanço em mamografia dos últimos 30 anos –Senographe 2000D - o primeiro sistema de mamografia digital de campo total. Assim, muda definitivamente o cuidado com a mama, propiciando eficiência digital, confiabilidade e assistência às pacientes.

Hoje
A GE continua a desenvolver e fabricar tubos de Raios-X dedicados para mamografia e detém várias patentes referentes à tecnologia de seus tubos, contribuindo de forma marcante para qualidade de imagem.
O desenvolvimento avançado de sistemas de mamografia e de outros tipos de equipamentos para aquisição de imagem das mamas pela GE reflete seu papel contínuo como líder mundial na área de imagem da mama em saúde da mulher.

O rastreamento do câncer de mama feito pela mamografia, com periodicidade de um a três anos, reduz significativamente a mortalidade em mulheres de 50 a 70 anos. Nas mulheres com menos de 50 anos, existe pouca evidência deste benefício. O Instituto Nacional de Câncer recomenda que o Exame Clínico das Mamas - ECM seja realizado a cada três anos pelas mulheres com menos de 35 anos, a cada dois anos pelas mulheres entre 35 e 39 anos e anualmente pelas mulheres entre 40 e 49 anos. As mulheres na faixa etária entre 50 e 70 anos devem submeter-se ao exame anual ou semestralmente, sendo a mamografia indicada em casos suspeitos e de alto risco.

Recomendações do Instituto Nacional do Câncer
Idade
AEM
ECM
Mamografia
acima de 35 suspeita
mensal
pelo menos a cada 2 anos
pelo menos a cada 2 anos
35 a 39 suspeita
mensal
pelo menos a cada 2 anos
só se houver
40 a 49 anos
mensal
anual
só se houver
50 anos ou mais
mensal
1 a 2 vezes por ano
só se houver
AEM - Auto Exame da Mama
ECM - Exame Clínico da Mama

Tipos de Tratamento

Cirurgia
Quando o tumor maligno é detectado em sua fase inicial, o primeiro tratamento a ser feito é a cirurgia, realizada tanto para extrair o tumor como apenas para realizar a biópsia (exame que determina o tipo de tumor, se maligno ou benigno) e verificar se existem metástases nas proximidades dele. Quando os gânglios também apresentam metástase, na maioria das vezes são extraídos.
Encerrada a etapa cirúrgica, o médico responsável por seu tratamento decide o tipo de terapia necessária a seguir: quimioterapia, radioterapia ou ambas - ou, ainda, uma combinação delas com outras terapias, como com hormonioterápicos. Geralmente, esses tratamentos são realizados sem internação, via atendimento ambulatorial.
O tratamento pós-cirúrgico com quimioterapia e radioterapia diminui a probabilidade de células tumorais que possam ter emigrado para outras regiões desenvolvam novos tumores.

Quimioterapia
É um tratamento com medicamentos (remédios) que eliminam as células que se dividem rapidamente (não só as cancerígenas, mas as do cabelo e das unhas, por exemplo). Agem no corpo todo e tem o objetivo de diminuir o tumor para que ele possa ser extraído por meio de cirurgia.
Os remédios quimioterápicos podem ser injetados na veia, nos músculos, ou nas regiões acima dos músculos (nádegas, barriga, braços ou coxas). Também pode ser tomado oralmente, via comprimidos, cápsulas ou líquidos. Muitos desses medicamentos precisam ser tomados em intervalos específicos (uma vez por semana ou a cada 28 dias, por exemplo).
Os efeitos colaterais ocorrem dependendo dos medicamentos prescritos e do organismo de cada paciente. Pode ocorrer a diminuição de glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. Certos medicamentos quimioterápicos causam queda de cabelos e enfraquecimento das unhas. As mulheres podem ter seu ciclo menstrual alterado ou ressecamento da vagina durante o tratamento. E, mesmo com o ciclo irregular, pode ocorrer gravidez. É recomendável evitar que isso aconteça pois a maioria dos quimioterápicos interferem no crescimento das células e podem causar má formações no feto. Também podem ocorrer problemas de pele, como ressecamento, vermelhidão, coceira, descamação e acne.

Radioterapia
Quando o tumor é muito grande e está em uma região do corpo onde é impossível extraí-lo por cirurgia, ou pode-se retirar apenas parte do tumor, a radioterapia é utilizada em combinação com a quimioterapia. A radioterapia é um tratamento localizado, que inibe as células tumorais. O tratamento é feito com raios ionizantes, que agem nas pacientes por até 10 minutos. As mulheres com câncer em fase inicial realizam o tratamento para terem uma margem de segurança, no caso de haver células cancerosas, que não foram localizadas, espalhas pelo corpo. Para os cânceres em fase de metástase, a radioterapia apenas contém a doença.

Hormonioterapia
É um tratamento complementar, usado após a cirurgia, por via oral, e em casos de estágio já avançados da doença. Geralmente, é associada à quimioterapia. O objetivo é aumentar ou diminuir as taxas de hormônio. A hormonioterapia não deve ser empregada em pacientes que demandam respostas rápidas, pois o início de seu efeito pode demorar até 30 dias para se efetivar.
O estrogênio (hormônio feminino) serve como um alimento para o câncer, ele estimula a produção de células cancerosas. Vários dos hormonioterápicos têm o objetivo de inibir a produção do estrogênio. Há também os inibidores da enzima aromatase (proteína que participa na produção do estrogênio) usados em mulheres com metástase. Eles agem na gordura, contra o colesterol.


SenoVision

Sistema digital para procedimentos de estereotaxia e Imagens localizadas

"SenoVision revolucionou a forma de trabalharmos. Aumentou a precisão de nossos procedimentos e reduziu significativamente o tempo. Foi muito bem aceito pelos pacientes, pois não precisam mais ficar esperando 45 minutos na sala". Usuário de SenoVision

O enfoque inteligente à aquisição digital de imagem de alto desempenho
O sistema digital estereotáxico e Imagens localizadas SenoVision para o Senographe DMR atende a suas exigências relativas a qualidade de imagem, flexibilidade clínica e preços acessíveis.
O SenoVision aumenta o nível de desempenho da mamografia, pois permite aquisição digital direta, produzindo excelentes resultados na intervenção, e aquisição de imagens localizadas com qualidade excepcional.

Além disso, o SenoVision:
· Propicia uma abordagem alternativa em termos de relação custo/eficácia e de acessórios, já que não ocupa muito espaço físico.
· Permite aquisição digital direta de imagens localizadas e imagens magnificadas.
· Reduz o tempo de procedimento estereotáxico, aumentando o conforto do paciente e a produtividade do serviço.
· Reduz a dose e reduz o número de exposições necessárias.
· Emprega componentes digitais de ponta para manter qualidade extraordinária de imagem constantemente.

:: MAMOGRAFIA O QUE È ::

Mamografia

O que é ?
Mamografia é uma imagem radiográfica da mama, produzida através de um simples procedimento de raios-x.

Como é feita ?
A mamografia é realizada num equipamento de raios-x especialmente projetado para essa finalidade (Mamógrafo). É necessário tirar a roupa da cintura para cima. Normalmente, o médico faz duas ou mais radiografias de cada mama, logo após tê-las comprimido ligeiramente, até que elas fiquem com uma espessura mais uniforme. Essa compressão é importante, pois proporciona uma mamografia clara e detalhada. Pode-se pedir que o paciente espere enquanto o radiologista revisa as mamografias. O exame completo geralmente leva 15 minutos.

O que se sente ?
O procedimento produzirá um sensação de pressão por apenas alguns segundos. No caso de desconforto, o paciente deve informar ao médico. Para minimizar essa possibilidade, deve-se marcar a mamografia logo após a menstruação, quando a possibilidade das mamas estarem sensíveis é menor. Deve-se evitar também consumir cafeína (café, chá, chocolate, refrigerantes), por um período de 1 ou 2 semanas antes do exame.

Como se preparar para o exame ?
O paciente deve usar uma blusa ou qualquer outra roupa de duas peças. Durante a realização do exame, pode-se pedir que o cliente deixe de usar (ou então remova) desodorante, talco, perfume, ungüentos ou cremes das mamas ou axilas. Essas substâncias podem deixar resíduos que interferirão nos resultados. Deve-se levar os exames anteriores de mamografia.

:: RADIOLOGIA E MEIOS DE CONTRASTES ::

Comments

Radiologia e meios de contraste

Introdução

Passar por qualquer tipo de tratamento diagnóstico pode ser uma experiência preocupante, principalmente se você ou alguém muito próximo vivenciou uma situação como essa antes. Muitos procedimentos são totalmente inócuos e indolores, mas é com eles que você tem mais informações para conseguir entender melhor o que está acontecendo.

A Schering é líder mundial neste tipo de tratamento - por meio do qual o diagnóstico "interno" do paciente utilizando uma ampla variedade de técnicas de imagem é melhorado consideravelmente pelo uso de modernos agentes de imagem. A Schering sempre esteve muito envolvida neste tipo de tratamento no último século e desenvolveu uma grande variedade de meios de contraste que auxiliam os médicos a produzir diagnósticos com mais precisão.

Embora o exame de raios-x seja a técnica de imagem mais conhecida e comum, não é o único procedimento para "avaliar dentro" do corpo humano. Há vários outros métodos não invasivos para examinar o interior dos pacientes, como ressonância magnética, ultra-sonografia ou métodos usados em medicina nuclear.

A idéia básica para o desenvolvimento de meios de contraste para os diferentes tipos de procedimentos de imagem é possibilitar o diagnóstico precoce de doenças. Fique à vontade para aprender mais sobre esses procedimentos inovadores nas próximas páginas.

  • Raios-X


Raios-X sem mistério

A técnica de raios-x é um processo de imagem freqüentemente utilizado na medicina ficando atrás somente da ultra-sonografia. Porém, enquanto ondas eletromagnéticas de alta energia com curtos comprimentos de onda são excelentes para a visualização de estruturas densas, como ossos, o reconhecimento dos órgãos de tecido mole é muito menos preciso. Sua imagem aos raios-X dificilmente difere daquela da área circundante. Foi este problema que estimulou pesquisas sobre o meio de contraste que poderia ajudar os médicos a distinguir detalhes dentro e entre órgãos de tecido mole.


Por que os meios de contraste são necessários?

Dois órgãos de densidade e número atômico médio semelhantes não são distinguíveis aos raios-X. Os meios de contraste são, portanto, necessários para criar um contraste artificial entre o órgão a ser diagnosticado e o tecido circundante. Todos os meios de contraste são baseados no princípio de suspensão ou solução atóxica que contém proporção significativa de elementos com alto número atômico - como o meio de contraste contendo iodo. Quando raios-X atingem iodo em um meio de contraste, a área aparece branca no filme de raios-x e então destaca o detalhe do órgão por onde se espalhou.


Como são utilizados os meios de contraste?

Há vários exames radiológicos em prática atualmente que envolvem o uso de meios de contraste. Alguns dos mais comuns são descritos seguir.


Angiografia

O procedimento radiológico que investiga a condição dos vasos sangüíneos é chamado angiografia. Uma distinção entre arteriografia e venografia é geralmente feita, dependendo se artérias ou veias estão sendo examinadas.


Arteriografia

Na arteriografia, o meio de contraste é administrado dentro da artéria, que a torna opaca aos raios-X. O fluxo natural do sangue transporta o meio de contraste e, tirando um número de radiografias, o radiologista pode obter uma série de imagens semelhantes a um mapa de estradas do suprimento sangüíneo de um órgão ou membro. Estreitamento ou obstrução localizada de uma artéria podem então ser identificados e o tratamento intervencionista ou cirúrgico apropriado pode ser possível (ver radiologia intervencionista).


Venografia (Flebografia)

As veias levam sangue ao coração, portanto, pela injeção de um meio de contraste em uma veia periférica, um mapa preciso do fluxo sangüíneo em um membro pode ser obtido. O maior tamanho e maior número de veias periféricas, e o fato de o fluxo de sangue ser mais lento nas veias que nas artérias significa que é comum para o radiologista obter várias radiografias de cada área do membro em diferentes posições. O objetivo mais comum da venografia é confirmar a suspeita diagnóstica de trombose profunda da perna.


ADS (Angiografia Digital por Subtração)

Na Angiografia Digital por Subtração (ADS), a imagem é produzida por meio da subtração de radiografias sem meios de contraste de radiografias obtidas após o meio de contraste ser administrado. O resultado deste processo de subtração é a visualização de vasos preenchidos por meios de contraste livres de estruturas sobrejacentes. Esses procedimentos envolvem o uso de equipamento eletrônico específico, incluindo "hardware" de computação e radiográfico, para produzir rápidas imagens seqüenciais.


Urografia Intravenosa (pielografia intravenosa, UIV, PIV)

A urografia intravenosa é o exame radiológico básico do trato urinário e seu propósito principal é avaliar a forma, estrutura e função dos rins. Quando injetados de modo intravenoso, muitos meios de contraste são rapidamente excretados pelo rim, portanto uma série de radiografias obtidas após a injeção irão destacar o trato urinário. Em comparação com a arteriografia e venografia, a urografia intravenosa requer pouco tempo do radiologista e é comum vários desses exames serem realizados em uma única sessão. As crianças podem ser investigadas para anormalidades congênitas do trato urinário utilizando-se a urografia intravenosa.


Tomografia Computadorizada (TC)

Concebida em 1973, a Tomografia Computadorizada (TC) tornou-se um dos mais importantes exames radiológicos. A TC delineia órgãos de uma nova maneira por meio da produção de imagens de cortes transversais do paciente digitalizadas eletronicamente. Dessa forma, alcança sensibilidade maior que a normal para melhorar os contrastes radiológicos naturais entre os órgãos. A TC não pode criar contraste onde não existe. No entanto, é excepcionalmente sensível aos meios de contraste e pode detectar anormalidades relacionadas à doença pela distribuição de uma dose intravenosa de meio de contraste. De 60% a 80% de todas as TC envolvem a utilização de um meio de contraste.

A TC é especialmente utilizada para investigações do cérebro e coluna, bem como para a produção de estudos abdominais e urológicos. Cerca de 20% de todos os procedimentos de TC investigam o fígado.

Recentemente, uma técnica avançada de TC chamada TC espiral ou helicoidal está se tornando cada vez mais importante. A TC espiral alcança a mesma resolução da TC normal, mas com tempo de exame menor e menor dose de raios-x. Além disso, a TC espiral fornece novo instrumento diagnóstico poderoso por tornar possível resoluções em 3D e reconstruções opcionais da imagem em 3D da anatomia investigada.


Mielografia

Outra estrutura que não pode ser visualizada sem o uso de meios de contraste é a medula espinhal e as raízes nervosas que irradiam dela. Como resultado, um meio de contraste deve ser injetado no fluido cerebrospinal que envolve a medula e as raízes nervosas. Este fluido torna-se opaco de forma que a medula espinhal aparece como estrutura transparente dentro do canal espinal. Meios de contraste altamente especializados são utilizados para esses exames.

A maioria dos mielogramas são realizados para examinar somente a região lombar. A razão mais comum para tal exame é confirmar a suspeita de prolapso de disco intervertebral. Porém, alguns mielogramas são realizados para estudar lesões degenerativas em tumores altos da medula espinhal. Algumas vezes a região cervical também é examinada. Desde a introdução da TC e RM (ressonância magnética), a importância dos procedimentos mielográficos tem diminuído constantemente.


Técnicas intervencionistas

Uma parte dos radiologistas estão se especializando em procedimentos terapêuticos que foram desenvolvidos a partir de técnicas radiológicas. Esses procedimentos incluem a dilatação de artérias estreitas (angioplastia, angioplastia transluminal percutânea, ATP), assim como o fechamento proposital de artérias que suprem áreas anormais como tumores, aneurismas e malformações vasculares. Este procedimento, denominado embolização terapêutica, retira o suprimento sangüíneo das áreas anormais. Pode freqüentemente necessitar do uso de altas doses do meio de contraste porque vários exames dos mesmos vasos podem ser necessários para controlar o progresso terapêutico.


Outros exames

Os meios de contraste são também utilizados para grande variedade de outros exames. Por exemplo, podem ser utilizados para estudar a anatomia das articulações (artrografia) ou dentro do sistema de ductos de várias glândulas, como glândula salivar (sialografia). Em outros casos, o meio de contraste pode ser utilizado para examinar o sistema ductal pancreático/biliar (coledocopancreatografia retrógrada) para entender-se a causa de uma obstrução dos ductos. Pode ser introduzido diretamente na bexiga para determinar se há refluxo para o ureter (cistografia miccional).

Além disso, meios de contraste diluídos podem ser utilizados para identificar órgãos como o intestino delgado ou reto.


Segurança dos meios de contraste

Reações adversas aos meios de contraste modernos para raios-x são muito raras. Porém, como com qualquer produto farmacêutico, elas podem ocorrer. No entanto, quaisquer reações adversas são geralmente leves a moderadas e de curta duração, e se resolvem espontaneamente sem tratamento médico. Entre as reações aos meios de contraste mais freqüentemente observadas estão: náuseas, vômitos e sintomas alérgicos. Reações adversas sérias têm sido observadas e, nesses casos, é necessária a hospitalização do paciente. Para diminuir o risco de reações adversas, os profissionais de saúde questionam sobre a história médica do paciente. São perguntas como:

· Está tomando alguma medicação (prescrita ou sem receita médica)?
· Já teve alguma reação aos meios de contraste para raios-x ou qualquer outra substância contendo iodo?
· Tem qualquer outra alergia como febre do feno, medicações, etc.?
· Tem qualquer condição preexistente como diabetes, doença renal ou hepática, etc.?
· Está grávida?
· Está amamentando?

Preparação para o exame
Antes do exame, é necessário remover:
· Dentaduras
· Jóias
· Qualquer material que possa interferir nos raios-x


  • Ressonância Magnética

A visão magnética do corpo

O que significa "Ressonância Magnética"?

Ressonância Magnética (RM) é uma ferramenta médica moderna e precisa disponível aos médicos para a imagem seccional do interior do corpo. Esta "visão magnética" fornece aos médicos uma quantidade de informações detalhadas sobre a localização, tamanho e composição do tecido corporal a ser examinado. Este conhecimento pode ser decisivo no estabelecimento de um diagnóstico rápido e preciso.

A RM é um método de investigar o corpo tão complicado quanto parece. A RM não usa raios-x. De fato, como o nome indica, o procedimento é baseado nas propriedades magnéticas dos átomos que constituem todas as substâncias - incluindo o corpo humano. Em um campo magnético forte, como o produzido pelo scanner da RM, sinais elétricos são emitidos pelo núcleo atômico do tecido corporal. Esses sinais são interceptados por uma antena circular ao redor do paciente. A intensidade do sinal varia de acordo com o tipo de tecido. Um computador designa os sinais aos pontos correspondentes das áreas corporais em exame e transforma-as em imagem na tela.


Preparação para o exame

Não é necessário remover as roupas, como é o caso em muitos exames de raios-x, porém, os pacientes são solicitados a retirar todos os objetos que possam interferir no processo de imagem, principalmente aqueles contendo metal. Isto inclui não somente brincos, broches, colares, relógios de pulso, mas também canetas esferográficas e chaves. Os pacientes devem também retirar placas dentárias removíveis e informar o médico se houver qualquer implante metálico ou objeto estranho, incluindo:

· Marca-passo
· Válvula cardíaca artificial
· Prótese vascular ("Stent")
· Membro artificial
· Unha ou placa metálica
· Estilhaço ou tala de metal
· Dispositivo intra-uterino (para contracepção)


O médico deve ser informado se você está grávida.

Para o exame, os pacientes são conduzidos a um recosto almofadado no centro do scanner da RM. É importante que o paciente sinta-se confortável para o início e permaneça calmo e quieto o quanto possível durante o exame, já que qualquer movimento físico pode interferir com a precisão das medidas ou alterar os resultados dos testes.


Os pacientes podem ajudar:

· Não beber café ou chá no dia do exame.
· Não utilizar maquiagem ou spray de cabelo, já que podem interferir na imagem.
· Vestir roupas frouxas e adequadas sem zíper ou fechos de metal.


Uma palavra sobre segurança

Uma vez que a ressonância magnética não envolve o uso de raios-x, não é necessário tomar as mesmas medidas de precaução para exames de raios-x. Pelo conhecimento científico atual, a força do campo magnético necessária para obter resultados precisos (até 2 Tesla = 20.000 vezes o campo magnético da Terra), não possui efeito prejudicial. Nos últimos anos, milhões de exames foram realizados sem quaisquer efeitos colaterais conhecidos - durante ou após o exame. Os exames de RM geralmente não podem ser realizados em pacientes com marca-passo cardíaco.


O que acontece durante o exame?

Durante o exame o paciente deita-se no centro de uma abertura tipo túnel do scanner da RM, o que não é perigoso nem doloroso. Porém, se o paciente não gosta da sensação de se sentir preso ou sofrem de claustrofobia, tomar um sedativo leve, com consulta do médico, pode ajudar.

Cada imagem da RM leva de 5 a 15 minutos para ser obtida. Durante o exame, o paciente ouvirá um som de batida leve. Não há com que se preocupar. Esse é o funcionamento normal do scanner da RM.

Quando é necessário obter várias imagens, o recosto irá mover-se automaticamente à posição apropriada. O paciente deve continuar o mais tranqüilo possível. Dependendo do tipo do exame, o tempo total do procedimento pode ser de até 60 minutos.


Utilizando um meio de contraste

Em alguns casos um meio de contraste específico para RM é injetado para melhorar a qualidade da imagem e melhorar a segurança do diagnóstico. Esses agentes de contraste são extremamente bem tolerados pelos pacientes. Eles são diferentes dos agentes de contraste à base de iodo utilizados nos exames de raios-x e são, freqüentemente, seguros o suficiente para serem administrados aos pacientes alérgicos ao meio de contraste dos raios-X.

  • Ultra-sonografia

O que é ultra-sonografia?

A ultra-sonografia é um método diagnóstico amplamente utilizado e financeiramente viável usado para avaliar órgãos, tecidos moles e fluxo sangüíneo. Trabalha por ondas sonoras de alta freqüência enviadas ao corpo por um transdutor pressionado contra a pele do paciente. Este transdutor também recebe as ondas sonoras refletidas do tecido e sangue como um eco. Estes ecos são convertidos pelo ultra-som em imagens de tempo real que podem ser vistas no monitor ao lado do paciente.


Sonografia com Doppler

Um segundo método de ultra-sonografia, chamado sonografia com Doppler, é utilizado para detectar e visualizar o fluxo sangüíneo enquanto a estrutura corporal interna é observada. A sonografia com Doppler é usada principalmente para examinar anormalidades de fluxo sangüíneo em qualquer lugar do corpo e também para o exame da função cardíaca.


O que acontece durante o exame de ultra-sonografia?

Para melhorar a qualidade da imagem, um gel inócuo, inodoro e hidrossolúvel é aplicado sobre a pele onde o transdutor é colocado. O paciente pode sentir uma sensação de frio e umidade no momento do exame, mas o gel é completamente removido no final.

Os pacientes geralmente deitam-se em uma cama hospitalar ou mesa de exame para o exame de ultra-sonografia. Durante o procedimento, é normal sentir uma leve pressão ou vibração do transdutor, o que não é doloroso. As luzes do ambiente são algumas vezes apagadas para reduzir o brilho e melhorar a visualização das imagens na tela. Mudanças na posição do corpo algumas vezes são necessárias a fim de obter imagens melhores.

A ultra-sonografia diagnóstica tem se mostrado muito segura nos últimos anos de uso clínico e não há efeitos prejudiciais associados a ela.


O paciente precisa preparar-se para o exame de ultra-sonografia?

O exame de ultra-sonografia normalmente não necessita de qualquer preparação especial. Os pacientes podem comer e realizar suas atividades normais, a menos que outra recomendação seja feita pelo seu médico. Se o exame envolver o abdome superior, os pacientes não devem comer pela manhã.


Quanto tempo demora um exame?

Os exames de ultra-sonografia são realizados por especialistas treinados. O tempo de exame varia de poucos minutos a uma hora dependendo da informação diagnóstica necessária.


Em quanto tempo os resultados do exame estão disponíveis?

O ultra-sonografista irá ver os resultados do exame na tela do monitor durante a realização do mesmo. Porém, em muitos casos, é necessário obter medidas mais precisas das gravações de videoteipe antes dos pacientes obterem o diagnóstico final. Se o paciente tiver exames anteriores, os resultados podem ser comparados com esses e os médicos irão analisar as diferenças.


Por que o meio de contraste é utilizado na ultra-sonografia?

Algumas vezes um exame de ultra-sonografia não fornece informação suficiente para um diagnóstico conclusivo. Nesses casos, o médico pode usar um meio de contraste para melhorar as imagens da ultra-sonografia e obter um diagnóstico mais preciso. Isto pode evitar a realização de exame adicional utilizando-se técnicas de imagem diferentes.


Os meios de contraste de ultra-sonografia possuem efeitos colaterais?

Muitos pacientes não apresentam efeitos colaterais, embora ocasionalmente haja uma leve sensação de calor ou frio quando o meio de contraste é injetado. Outros sintomas, como sensação de gosto, falta de ar, alterações no pulso ou pressão arterial são extremamente raros.

Em qualquer caso, é importante que o paciente informe o médico sobre qualquer desconforto ou alterações no seu bem-estar como resultado da administração do meio de contraste.


Quando o meio de contraste não deve ser utilizado?

O ultra-sonografista deve ser informado sobre as seguintes condições:
· Gravidez
· Amamentação
· Alteração cardíaca
· Níveis elevados de galactose (galactosemia)

  • Medicina nuclear

1. O que é medicina nuclear?

A medicina nuclear é uma especialidade médica que usa radiofármacos para diagnosticar ou tratar doenças.


2. O que são radiofármacos?

Pela definição, radiofármacos são compostos radioativos para o uso in vivo no diagnóstico e terapia de desordens humanas.

Esta definição inclui "kits frios", os quais são compostos não-radioativos que são radioativamente marcados imediatamente antes da aplicação. Esta abordagem é freqüentemente usada com isótopos que possuem uma meia-vida relativamente curta, como o tecnécio-99m.

Na medicina nuclear diagnóstica raios gama (tecnécio-99m, índio-111, tálio-201, iodo-123 e gálio-67) ou radioisótopos emissores de pósitrons (flúor-18, carbono-11, nitrogênio-13 e oxigênio-15) são utilizados.

Na terapia, principalmente raios beta emissores de radioisótopos (iodo-131, rênio-186/188, ítrio-90, estrôncio-89 e samário-153) são utilizados.


3. Como são administrados os radiofármacos?

Os radiofármacos são administrados por via intravenosa, oral, dentro de cavidades corporais ou são inalados pelo paciente.


4. Como os radiofármacos agem?

Há dois fatores que determinam o modo de ação dos radiofármacos: a natureza do isótopo radioativo e a estrutura química da molécula ligada ao isótopo.

Na imagem diagnóstica o isótopo radioativo emite raios gama que podem ser detectados por um dispositivo de imagem denominado câmara gama. O procedimento é chamado cintilografia.

Na terapia, isótopos diferentes que emitem partículas beta (ou alfa) são utilizados (ver questão 2). Essas partículas podem liberar sua energia altamente seletiva para atingir tecidos/células e causar morte celular dose-dependente ou inibir as funções teciduais ou celulares, como proliferação e inflamação.

A natureza química do radioisótopo ou da molécula ligada ao isótopo afeta a distribuição do agente no corpo e, assim, determina acúmulo no órgão-alvo que é controlado por condições fisiológicas ou patológicas (como perfusão, metabolismo, hipóxia, expressão do antígeno).


5. Qual é a exposição à radiação dos pacientes devido aos radiofármacos?

A maioria dos procedimentos diagnósticos nucleares (por ex. radiofármacos marcados com tecnécio) expõe o paciente à metade (ou menos) da dose radioativa geralmente usada na TC. A dose de radiação é equivalente à exposição anual à radiação por raios-x natural.


6. Quais os tipos de scanners são utilizados para a medicina nuclear diagnóstica?

Câmara gama (ou câmara de Anger): câmara gama convencional mede raios gama emitidos de rastreadores radioativos e fornece imagens planas de todo o corpo ou áreas corporais selecionadas. Câmaras gama modernas não são limitadas à imagem plana. Nos sistemas SPECT (SPECT: TC com emissão de fóton único), dois ou mais detectores giram em torno do volume corporal selecionado criando dados 3-D que permitem reconstrução tomográfica da distribuição radioativa dentro do corpo. As imagens seccionais obtidas podem ser mostradas, semelhante ao TC com raios-x.

PET (tomografia por emissão de pósitron): A PET usa isótopos emissores de pósitrons para a obtenção da imagem. Os pósitrons emitidos reagem imediatamente com elétrons pela conversão de sua energia em dois fótons de alta energia gama. Esses fótons podem ser detectados com câmaras gama desenhadas especialmente, também chamadas "PET-scanners". As imagens possuem resolução espacial melhor que as cintilografias convencionais e permitem quantificação precisa das concentrações radioativas locais. Imagens com PET podem ser usadas para avaliação quantitativa de condições patológicas (como hipermetabolismo, anticorpo ou ligação de peptídeos às células tumorais).


7. Quais as principais indicações para medicina nuclear?

As principais indicações para a medicina nuclear diagnóstica variam dentro de diferentes regiões. Imagem cardíaca e estudos de ossos/articulações têm o principal papel nos EUA, Japão e Europa, enquanto o diagnóstico da tireóide é mais freqüente na Europa.

Na terapia, atualmente, as indicações mais comuns são doenças da tireóide, metástases ósseas dolorosas e doenças articulares inflamatórias. As aplicações terapêuticas são responsáveis atualmente por somente 1% (EUA), 2% (Europa) e 0,2% (Japão) de todos os procedimentos de medicina nuclear.


8. Quais são os benefícios do radiodiagnóstico?

· Fornece informação sobre a função do órgão, não morfologia
· Permite imagem (não invasiva) de todo o corpo
· Em alguns casos, detecção mais precoce da doença do que com outras modalidades de obtenção da imagem devido à capacidade de visualização de alterações funcionais / metabólicas.
· Pequenas quantidades de substâncias são utilizadas.
· Índice muito baixo de reações adversas à droga (quase irrelevantes na prática clínica).


9. O que diferencia a medicina nuclear das outras técnicas de imagem?

Alterações morfológicas incluindo fluxo, permeabilidade e distribuição de fluidos de órgãos ou tecidos (por ex. tamanho, contorno) podem ser demonstradas com excelentes resoluções espaciais pela TC, RM ou ultra-sonografia. Em contraste, a medicina nuclear permite diagnosticar doença com base nos distúrbios funcionais ou metabólicos que geralmente ocorrem antes das alterações morfológicas no curso da doença.

Isto deve-se aos radiofármacos altamente específicos que permitem detectar anormalidades funcionais bem definidas em vez de fenômenos morfológicos realçados por contrastes menos específicos utilizados na TC ou RM. Assim, a medicina nuclear tem potencial para diagnóstico precoce, o qual pode ser especialmente útil no caso de doença maligna. Além disso, pesquisas rápidas de todo o corpo podem ser realizadas.


10. Quais as principais questões diagnósticas que podem ser mais bem respondidas pela medicina nuclear do que pelas modalidades competitivas?

· Caracterização do tecido em oncologia: recorrência tumoral vs. cicatriz vs. inflamação
· Possibilidade de imagem funcional (por ex. angiogênese, estado da expressão do receptor, monitorização de rádio/quimioterapia)
· Diferenciação de tecido viável vs. necrótico em cardiologia
· Quantificação da função orgânica (por ex. função renal)


11. Quais as típicas classes de produtos radiofármacos podem ser definidas?

Gerador de tecnécio
Embora o Tc-99m possua meia-vida física curta de 6 horas e, portanto, não seja adequado seu transporte, ele é utilizado para a maioria de todas as aplicações em medicina nuclear. É obtido por um sistema de gerador (geralmente disponível no departamento de medicina nuclear ou em uma radiofarmácia) contendo Molibdênio (Mo-99) que deteriora a Tc-99m. Assim, o Tc-99m está constantemente disponível para kits frios marcados ou uso para mapeamento da tireóide.

"Kits frios"
Kits frios são não-radioativos e podem ser armazenados em depósito. Após marcados com, por ex., tecnécio radioativo, são utilizados para várias indicações de cintilografia (como cintilografia óssea para detectar metástases ósseas).

Radiofármacos "quentes"
Radiofármacos quentes são radioativos e transportados pelos fornecedores de radiofármacos ao departamento de medicina nuclear. São utilizados para aplicações diagnósticas ou terapêuticas.

Radiofármacos alvo-específicos "modernos" baseados em anticorpos monoclonais e peptídeos.
Esses produtos (fornecidos como kits frios ou quentes) estão disponíveis no mercado desde o final da década de 80. Eles se ligam às moléculas como os receptores celulares e permitem imagem específica assim como tratamento.


12. Que tipo de radiação é utilizada na medicina nuclear?

Radiação alfa:
Fluxo de partículas alfa (núcleos do átomo hélio) com elevada energia cinética. Raios alfa podem facilmente ser bloqueados, por ex., por um pedaço de papel mostrando baixa penetração de tecido / alta absorção tecidual.

Radiação beta:
Fluxo de partículas beta (elétrons). Sua habilidade em penetrar tecido dependende de sua energia cinética. Raios beta "fortes" e "fracos" possuem cerca de 500 vezes mais penetração tecidual que a radiação alfa.

Radiação gama:
Radiação eletromagnética com comprimento de onda muito curto e característico (fisicamente idêntico aos raios-X) mostrando penetração tecidual quase completa (medida em MeV; absorção somente pelo osso, etc.).


13. O que são radioimunoensaios (RIE)?

Radioimunoensaios são testes diagnósticos in vitro que utilizam isótopos radioativos. Porém, eles não entram na definição de radiofármacos.

Radioimunoensaios podem ser usados para determinar substâncias biológicas, como sangue. Exemplos típicos são kits para medir os hormônios tireoideanos ou sexuais.


:: RADIOLOGIA DIGITAL ::

Comments


Radiologia digital

A radiologia digital é uma técnica de aprimoramento da radiologia convencional, que utiliza o mesmo meio de contraste o bário. Seu tempo de duração pode variar de 15 minutos a duas horas, ou seja, é exatamente igual ao que se leva para fazer o exame de trânsito intestinal ou o de enema opaco, no caso das doenças inflamatórias intestinais.

As radiografias digitais, no entanto, são tecnicamente melhores, pois as imagens, justamente por serem digitais, podem ser “trabalhadas” em termos de brilho e contraste nas estações de trabalho. “Os exames feitos na radiologia digital são os mesmos da radiologia convencional. A qualidade das imagens, porém, é uniforme”, diz o Dr. Manoel de Souza Rocha, médico do Hospital Sírio Libanês e do Departamento de Radiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Numa analogia simplista, pode-se dizer que é mais ou menos o que ocorreu com a fotografia que, de uns anos para cá, evoluiu para as máquinas digitais, com excelentes recursos para melhorar a qualidade das fotos. Em uso no Brasil já há cerca de cinco anos, a radiologia digital aprimorou os exames da radiologia convencional, reproduzindo as mesmas etapas.

Entretanto, a eficácia diagnóstica desses exames depende muito mais de outros fatores, como a dedicação do profissional radiologista durante a realização do exame e o conhecimento que ele tem da doença. “Outro ponto que se destaca é a necessidade de o médico que está pedindo este exame mencionar exatamente o que deseja e quais são suas dúvidas clínicas.


:: RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA ::

Radiologia Intervencionista - Cirurgias precisas e menos invasivas

A radiologia intervencionista, um procedimento minimamente invasivo, é comprovadamente eficaz no tratamento e

detecção de problemas cardíacos, neurológicos e periféricos

Um tubo muito fino, inserido através de um corte mínimo na virilha, chega até o cérebro, coração ou outro órgão do paciente para detectar e, quando possível, eliminar possíveis trombos, coágulos ou má-formações. Tudo altamente seguro, rápido, sem dor e com recuperação rápida. Parece “coisa de primeiro mundo”, não? Pois acredite, essa tecnologia está mais próxima do que você imagina. É a radiologia intervencionista (RI), uma área da medicina que diagnostica e trata inúmeras enfermidades usando métodos percutâneos guiados por imagens radiológicas.

Em Curitiba, um dos Centros de Radiologia Intervencionista mais preparados para realizar esse tipo de exame diagnóstico de alta tecnologia é o Cimap – Centro de Imagem Pilar, do Hospital Pilar. No centro, inaugurado em 2003, tais exames são realizados sempre com acompanhamento de especialistas, além de toda a infra-estrutura do hospital, que conta com uma UTI moderna e humanizada, possibilitando investigações precisas e eficazes com segurança.

Surgida na Europa, na década de 1970, no início a Radiologia Intervencionista servia apenas para detectar possíveis problemas que eram posteriormente tratados por meio de cirurgias. Já na década de 1990, com a evolução tecnológica e o avanço e a precisão dos exames de imagem com alta definição, ficou comprovada a eficiência da técnica também no tratamento de doenças cardiovasculares, do sistema nervoso e vascular. Em outras palavras, a cirurgia, muitas vezes de altíssimo risco, em determinados casos passava a ser substituída por esse procedimento minimamente invasivo e muito mais seguro.

Neurorradiologia Intervencionista


Por ser menos agressiva ao paciente, a radiologia intervencionista vem sendo amplamente utilizada pela cardiologia, pela área vascular e pela neurologia. A RI oferece uma série de benefícios aos pacientes: os procedimentos através do cateterismo são mais rápidos, mais precisos, apresentam ainda menor risco de infecção e tempo de internação reduzido.

A Neurologia segue este avanço, pois a eficácia é comprovada e hoje se pode tratar a maioria das doenças localizadas no sistema nervoso.


No lugar certo, na hora certa

Milagre, sorte ou coincidência. Todas essas palavras podem ser utilizadas para contar a impressionante história de Hilda Lúcia Piovesan, de 68 anos. Proprietária de uma imobiliária, a empresária estava conversando amenidades com um dos diretores do Hospital Pilar quando começou a sentir algo estranho, sem saber explicar o que era. De repente, o lado direito do seu corpo ficou paralisado e ela perdeu a fala. Sem demora, a equipe de neurologia do hospital foi chamada e o diagnóstico foi instantâneo: acidente vascular cerebral (AVC).

Hilda foi imediatamente levada ao Cimap, onde os exames detectaram duas lesões: na carótida e no cérebro. Ao mesmo tempo em que os problemas foram detectados, a equipe intervencionista atuou, desobstruindo imediatamente as artérias comprometidas. “À tarde ela já estava falando e recuperando gradualmente os movimentos”, conta Dr. Paulo César de Souza, especialista em Neurorradiologia que realizou o atendimento.

Completamente recuperada três dias após o acidente, a empresária reconhece que, se não estivesse num local com uma equipe tão preparada e uma infra-estrutura de primeiro-mundo, sabe-se lá quanto tempo poderia ter demorado o procedimento, quais as seqüelas que poderiam ficar e quanto tempo demoraria a recuperação. Depois de agradecer a equipe de médicos e o pessoal de enfermagem, Hilda só pensa em voltar a trabalhar. Aos 68 anos, sua memória continua afiada, lembrando de imediato até o número do CEP de sua empresa sem hesitar. “Quero voltar logo a trabalhar e viver a vida sem perder nem um minuto. Preciso aproveitar a sorte que tive”, comemora.

24 horas por dia

Curitiba conta com um serviço 24 horas para emergência, realizando exames neurológicos, cardíacos e periféricos. O serviço de Hemodinâmica do Hospital Pilar, Cimap, é composto de equipamentos de hemodinâmica de ultima geração, capazes de realizar exames sofisticados e precisos nas áreas de hemodinâmica, neurorradiologia intervencionista e radiologia vascular.

O serviço de RI do Hospital conta com equipe especializada e pioneira no tratamento das doenças cérebro-vasculares, tais como embolização de aneurismas cerebrais por cateterismo (sem cirurgia), tratamento das lesões de carótidas com angioplastia e stent (com proteção cerebral), má-formação vascular e outras doenças da circulação cerebral por cateterismo. O serviço conta também com a área de radiologia vascular intervencionista, tendo uma equipe médica com larga experiência no tratamento dos aneurismas da aorta abdominal (com técnica minimamente invasiva), estenoses de artérias renais e lesões vasculares da circulação periférica.

O Cimap oferece também serviços na área de Cardiologia Intervencionista para cateterismo cardíaco (diagnosticados tanto para adultos, idosos ou em crianças), angioplastia coronariana eletiva e na fase aguda de infarto do miocardio, com implante de stents, valvoplastias, implante de marca-passos e tratamento percutâneo de cardiopatias congênitas.

São atendidos em média 80 pacientes por mês, efetuando procedimentos terapêuticos ou diagnósticos. Um dos principais diferenciais do Cimap é a utilização de anestesia em todos os exames, mesmo diagnósticos, contando com serviço próprio de anestesiologia, para garantir o bem-estar do paciente.



:: ABAJUR DE RX ::

Comments

Se você atua na radiologia você sabe que muitos lugares tem centenas e centenas de sobras de radiografias espalhados, esquecidos ou perdidos. Mas o que você não sabia era o que fazer com eles.

Agora É MUITO FÁCIL inova mais uma vez e traz para você uma sugestão do que fazer com suas chapas antigas!

O ABAJUR RX

Faça você mesmo, é muito fácil!

Passo 1
Pegue um abajur velho, e desmonte para retirar a cobertura.
Você vai ficar com a cobertura e dois aros de apoio


Passo 2
Essa é a parte mais fácil, arranje umas radiografias.
Mais fácil ainda se você tiver aquele radiografia do quadril de quando você fraturou o cóccix tentando fazer a Dança do Rala-rala.


Passo 3
Dê uma aparada nas bordas do filme.



Passo 4
Planeje como vai organizar os Rx na cobertura, e então faça um desenho com lápis para marcar os lugares.



Passo 5:
Corte a cobertura nos locais marcados, deixando uma margem de erro.



Passo 6
Cole os filmes radiográficos nos locais abertos que sobraram e recoloque os aros superior e inferior.




Passo 7
Agora é só ligar, de preferência com uma lâmpada halógena, pois é mais econômica e produz menos calor.



Fica legal né? Dá para experimentar com outras formas, como fazendo um mozaico completo de chapas de Rx/Tomografia/Ressonância, deve ficar o bicho.

Se você está de férias, aproveite, ocupe seu tempo.

CRÉDITOS: WWW.EMUITOFACIL.BLOGSPOT.COM